É a dor do não querer, querendo.
É o choro que escorre, sangrando.
É a vontade de gritar, calando.
É buscar a paz. Sofrendo.
É o choro que escorre, sangrando.
É a vontade de gritar, calando.
É buscar a paz. Sofrendo.
É deixar ir querendo ver ficar.
É falar da certeza que não é.
É sentir o chão sumir do pé.
É ouvir a porta se fechar.
É falar da certeza que não é.
É sentir o chão sumir do pé.
É ouvir a porta se fechar.
É o cheiro que some.
É o passo que não anda.
É o som que não toca.
É o passo que não anda.
É o som que não toca.
É a boca que não beija.
É o abraço que não tem.
É a fome que não mata.
É o abraço que não tem.
É a fome que não mata.
É a voz que não mais canta.
É o travesseiro ao lado, sobrando.
É o riso que já não se ouve.
É o violão mudo, esperando.
É o banho frio, o café amargo e quente.
É a vela queimando.
É a vida pelo vão dos dedos.
É morrer de dor, amando...
É o travesseiro ao lado, sobrando.
É o riso que já não se ouve.
É o violão mudo, esperando.
É o banho frio, o café amargo e quente.
É a vela queimando.
É a vida pelo vão dos dedos.
É morrer de dor, amando...

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