Ele, para ela,
não era algo físico
ou que se pudesse tocar.
Era uma essência, uma verdade,
ainda que inventada por ela.
Algo que emanava nota e melodia,
confundindo-a, em uma canção viciante.
Era nos sons dele
que ela ouvia a promessa e o mistério
dos sonhos sonhados por ela.
Era a sua música da alma...
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