Liguei e chamei para um chá.
Não veio, porque, estava sem tempo,
Nem teve tempo de avisar.
Esperei sentada, tomei chá de cadeira,
Acordada a noite inteira ao som do violão,
Perdida, sem relógio para olhar.
Mas, o tempo bateu na porta.
E abri, por que não?
Mesmo atrasado, era boa companhia.
Ao seu lado eu me esquecia
Do tempo...
Tomamos o chá frio na taça
Como um vinho!
Então, juntamos os passos,
Os acordes e os ponteiros.
E fizemos um brinde e um pacto:
Nunca mais erraremos o caminho!

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