segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mário Quintana


Até que um dia, por astúcia ou acaso, depois de quase todos os enganos, ela descobriu a porta do labirinto. (…)Nada de ir tateando os muros como um cego. Nada de muros. Seus passos tinham - enfim – a liberdade de traçar seus próprios labirintos.

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